COPIC – Markers

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Por muito tempo eu tentei utilizar lápis aquarelável para colorir as imagens de carimbo. Por mais que eu tentasse, os desenhos sempre ficavam com aquela cara de “ feito em casa”. Em alguns cartões essa técnica  mais artesanal se encaixa perfeitamente, mas caso queira fazer algo mais profissional, não fica lá grandes coisas. E eu ficava vendo em outros blogs desenhos maravilhoso com um colorido perfeito, e pensava: Gente, como que ela coloriu isso? Enfim, eu descobri que muitas apaixonadas por scraps utilizam os marcadores da Copic. Que são mega, master, super maravilhosossssssssssssssssssssssss! Em Belo horizonte, e em geral, no Brasil, o acesso a essas maravilhas são um bocado difíceis. Quando se acha é no mercado livre, e quando se pode confiar no vendedor, o preço é de desanimar qualquer uma. Outro dia eu estava olhando um conjunto de 24 cores e estavam por R$ 700,00 e poucos… Nos Estados Unidos essas belezuras também não são nada baratas, mas pelo menos são mais acessíveis, e além do mais, existem outras marcas como as da American Craft que também não são de se jogar fora.

EU RECOMENDO COPIC:  Eu recomendo os marcadores da Copic porque podem ser utilizadas em vários tipos de técnicas e pinturas; a tinta é super suave; recarregável (você pode comprar o refil para recarregar seus marcadores); o blending é uma das suas maiores vantagens; 214 cores, duas opções de ponta (uma mais grossa e outra fina) e são numeradas, o que facilita a comprar de marcadores.

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Faltando tempo para fazer scrapbook?

Faltando tempo para fazer scrapbook? Não se preocupe,  esse é um dilema mundial.

O mundo é cruel… Quando somos adolescentes nós temos tempo de sobra, mas não temos dinheiro, em contrapartida, quando viramos adultos temos dinheiro, mas já não temos tempo para fazer nada. Isso é ou náo é uma grande ironia do destino… Pois é… entre a casa, os filhos, o marido, o trabalho, o cachorro, entre outras cositas…  O tempo é algo realmente precioso. A sensação que temos é que precisamos de tempo… Tempo, tempo e mais tempo! Sem ele nada acontece. Mas o X da questão  é ? Você não tem tempo para nada ou a falta de tempo é apenas uma desculpa para as coisas que você não faz? Difícil né? Seja qual for o seu caso, se é o seu caso… Sem psicologia barata ou demagogia scrapística, eu realmente ando refletindo sobre essa questão. Eu acho muito legal poder compartilhar experiências.Ok… Começando por mim! Eu geralmente  tenho o tempo que preciso, mas eu prefiro culpar a falta de tempo mesmo! Aquela gaveta bagunçada, aquela pintura que  nunca terminei, as coisas que larguei pela metade… É tudo culpa do tempo… Sei lá,  vai entender… Esse talvez seja um dos meus maiores problemas, colocar a culpa no tempo! Isso é algo que eu venho trabalhando, e querendo ou não, o artesanato me ajudar a ser mais disciplinada. Se eu não estou com vontade de fazer ou de terminar algo hoje, eu não faço… Mas me dou um prazo  para terminar a obra inacabada…Rsss. Se o seu problema é o mesmo que o meu ou se o problema é a falta de tempo mesmo, eu te desafio para uma reflexão.

1. Esqueça a tarde perfeita: não fique esperando pela tarde perfeita, onde estão todos fora de casa, o marido saiu com as crianças, o cachorro não está latindo e você está divinamente inspirada.  Ao invés de ficar esperando o momento perfeito ou de ficar se  justificando, mude a estratégia. Se as crianças estão em casa, deixe que elas participem do seu trabalho, dêe material  a elas e deixe que elas também tentem produzir algo; coloque um filme; ofereça um jogo. Cachorro latindo ou vizinho escutando funk? Coloque  o seu mp3 ou iphod e escute as suas músiquinhas… Converse com o seu marido sobre os seus desejos e necessidades, ele pode ser um grande aliado! Enfim, não espere pela tarde perfeita, mas busque na sua realidade novas atividades e formas de disfarçar essas distrações.
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2. Esteja pronta para scrapbook: faça uma lista das páginas que você deseja concluir,  fotos que  deseja tirar ou  imprimir . Então da próxima vez que você pegar na máquina, não se esqueça de tirar as fotos. No dia em que o trânsito estiver de matar qualquer um de raiva, comece a pensar e a anotar idéias que vier à cabeça, e ao chegar em casa, deixe o bilhetinho na porta da geladeira ou anote como tarefa na sua agenda.  Esteja disponível e atento as pequenas idéias e oportunidades.

3. Analisando atividades: O que você gosta de fazer e o que você faz com grande agilidade? Comece pelas atividades mais fáceis, e ainda pelas atividades que você faz em um minutinho.  Assim, é mais fácil ficar empolgado para fazer atividades mais complicadas ou chatas.  Eu por exemplo, adoro colorir,  por isso, eu sempre começo colorindo ou pintando alguma imagem, um desenho que eu carimbei, e ao ver aquela ” florzinha colorida” me dá uma vontade de fazê-la virar um cartão. Eu mudei minha estratégia, no dia em que estou com pouco tempo ou desanimada eu faço algo mais simples. Nos dias de inspiração eu busco por maiores desafios, e vou te dizer uma coisa, tem funcionado! Quanto mais você souber  do que gosta, mais você vai ser capaz de trabalhar com esse processo, em vez de trabalhar contra ele.

4. Reduzir o tempo de suas escolhas: Para  muitos scrapbookers, principalmente os indecisos,  a parte mais demorada do processo é a escolha. Escolher  as imagens, o papel, o layout,  os botões, que história, letras, adesivos … ack! Em vez de dar-te todo o mundo para escolher, limite suas escolhas. Tem dia que é necessário dizer a sí mesmo o que fazer, isso mesmo, impor limites, se não a coisa não vai pra frente. Diga a sí mesmo que vai selecionar algumas fotos, fazer uma página sobre o seu cão ou a utilização daquele papel que você comprou no mês passado. Tenha em mente exatamente aquilo que vai fazer e pronto…

Aí gente, tem coisas na vida que deveriam vir como uma fórmula pronta ou com uma bula… Infelizmente não é assim! Precisamos saber dosar entre impor limites e desafios e deixar as coisas fluírem… Isso depende do dia, do nosso humor, da TPM (rssss). De qualquer forma, pense que tudo  na vida é uma questão de escolha… Escolher entre esperar e agir, entre agradecer e reclamar, entre acreditar ou não…

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Os cinco grandes erros no mundo do Scrapbook

Hello…

Quem é que nunca cometeu aquele erro básico na confecção de scraps,  que atire a primeira tesoura. Rsss… Muitas vezes sabemos que algo está dando errado, mas não sabemos exatamento o que é. Talvez você esteja comentendo um dos cinco pecados scrapististicos…Rsss Por estas e outras razões, eu estou postando a lista com os princípais erros no mundo do scrap. Vamos lá!

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1. Fotos: ao fazer um scrapbook leve em consideração as fotos mais importantes e especiais.  Ao invés de colocar 35 fotos do seu casamento, tente utilizar fotos de momentos e períodos diferenciados. Lembrando que as fotos de uma mesma página devem conter fotos de temas comuns, no entanto,  para o álbum como um todo, tente variar  na criação das páginas.

2. Aprendizagem: procure sempre aprender novas técnicas e aperfeiçoar seus conhecimentos. Caso contrário, todos as suas páginas e álbuns  parecerão iguais.

Não tenha medo de tentar e de pesquisar em novas fontes de informação (revistas, livros, sites, blogs, fóruns) técnicas diferentes. Aprender coisas novas é fundamental!

3.Tédio: Muitas vezes ficamos entendiados e sem nenhuma inspiração. Mesmo assim algumas pessoas se sentem forçadas a tentar, tentar e tentar. Naqueles dias que tudo parece dar errado ou que a inspiração não vem de jeito nenhum, não sinta que é o fim do mundo.  Tente fazer uma atividade diferente ou ainda conversar com outras pessoas. A comunicação é um ótimo remédio contra o tédio, já que muitas vezes somos inspiradas pela inspiração de outras pessoas.

4.Cronologia dos fatos: Não se prenda a uma ordem certinha dos fatos.Você não precisa nescessariamente obedecer sempre a uma ordem cronológica. Brinque com o tempo e com as fotos. Deixe as lembranças mais fortes dominarem a sua inspiração. Se o seu casamento vem em sua memória antes do seu anivérsário de 15 anos, por que não colocá-lo primeiro?

Lembre-se que cada página deve remeter a uma lembrança inesquecível, e não a um calendário.

5. Fim da Diversão: Tudo nessa vida deve ser feito com prazer. Quando conseguimos unir trabalho x diversão tudo fica mais fácil. No mundo do scrapbook existem mães apaixonadas por artesanato que nas horas de folga  se dedicam ao scrapbook, outras começaram quando os filhos nasceram e não pararam mais. Mas muitas mulheres acabaram optando pelo scrapbook como um “ ganha pão”. Isso mesmo… Para muitas, o scrapbook e o artesanato são trabalhos sérios. Mas infelizmente em muitos casos o que era diversão e prazer acabou virando um rotina massante, e isso,  sem sobra de dúvidas, acaba prejudicando a qualidade do trabalho.

As pessoas sabem  e notam rapidamente quando algo é feito com amor, não é verdade? Então, acho que é isso…  Estamos cansadas de saber  e vivenciar esses problemas, mas muitas vezes esquecemos que eles realmente podem nos prejudicar! Jamais estaremos imunes a esses problemas e acasos da vida…  Inspiração, tédio, problemas em casa e no trabalho são inevitáveis… Quando eles insistirem em te aborrecer, lembre-se de toda a criatividade que existe em você!

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Marcas de Papeis

Heloooo meninas…

Outro dia eu estava lendo em um blog (que não me lembro bem o nome no momento) onde uma pessoinha perguntava sobre as marcas de papéis existentes no mercado. Falar de todas as marcas é um pouco difícil, mas existem aquelas tradicionais fáceis de lembrar. Eu particularmente conheço mais as marcas importadas, não desvalorizando as nacionais, é claro.  Mas é inegável que muitas vezes a qualidade e o acesso ( onde comprar, preço, variedade) das importadas acabam sendo maiores que as nacionais. E não é por menos né? O scrapbook e o artesanato em papel ainda é  recente  no Brasil,  se comparado aos Estados Unidos e Europa, que já possuem uma tradição bastante consolidada.

Enfim, depois de toda chorumela… Segue lista com as principais marcas importadas com o link dos sites, caso fiquem curiosas. Rsss.

3 Birds – Uma das marcas preferidas dos scrapbookers. Destaca-se por seus papéis e Kits, entre outros produtos de papelaria.

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Anna Griffin: Em 2001, a empresa lançou Anna Griffin Decorative Papers, uma linha de papéis e acessórios lindíssimos  para o mercado de papel de scrapbook, Kits, embellishments, entre outros materiais para artesanato. Concebido exclusivamente para o scrapbooker mais exigente, a linha oferece  papéis de alta qualidade.

EK Sucess: A TEKSuccess Brands é uma empresa de produtos focada na produção de materiais para  scrapbooking, estamparia e papel para fazer artesanato. Possui ainda produtos licenciados, incluindo a Disney, Vila Sésamo , Marvel, Martha Stewart, entre outros.

Kaisercraft: A KaiserCraft é uma empresa australiana especializada em produtos para scrapbbok e artesanato. Seus papeis possuem designs e texturas fantásticos!

Martha Stewart: Martha Stewart é uma versão americanizada e melhorada da Ana Maria Braga ( Rsss. Brincadeirinha, eu adorooooo  a Ana). A Martha Stewart possui uma linha incrível de produtos de todos os tipos ( casa, decoração, moda, cozinha, artesanato…). Sua linha de produtos para artesanato e scrapbook  são incríveis! Além de oferecer produtos, o site possui uma série de projetos e idéias bacanézimas!

American Craft: A American Craft se concetra na indústria de produtos para scrapbook e artesanato. Possui produtos diversificados ( papéis, adesivos, canetas e marcadores, carimbos, tintas…) com cores vivas e vibrantes. Seus produtos   são inspiradores, comtemporâneos e sofisticados.

Bazzil: A Bazzil possui uma variedade de mais de 500 cores de papéis, diferentes texturas e  imagens. É uma das grandes referências de marcas de papéis e cardstock para os scrapbookers.

Colorbök: É  um criador de destaque a nível internacional na produção e  distribuição de itens de scrapbooking, artesanato, artigos de papelaria, álbuns de fotografias e outros produtos. Eu acho a qualidade desses produtos um pouco inferiores  as outras marcas, mas para que gosta de economizar, é uma boa opção.

K & Company:  A K & Company faz parte do grupo EK Sucess, sendo especializada em papéis para scrapbook  e artesanto. Possui uma grande variedade de  papéis e kits com excelente qualidade, além disso, o site oferece projetos e idéias de scrapbook.

We R Memory Keepers: Reune vários produtos da arte de scrapbooking e artesanato, como: papéis, álbuns, ferramentas, embellishment. Dentre os produtos, podemos destacar os famosos e fofos Crop-A-Diles.

Core’dinations: Papéis e cardstocks mais do que incríveis!  A Core’dinations é uma empresa de produtos focada na produção de materiais para  scrapbooking, em especial, papéis e kits temáticos. O site oferece ainda uma página de idéias e projetos super interessantes.

Eu adquiri rescentemente o  Box of Cards que possui vários temas e imagens diferenciados. Esse kit é perfeito para quem precisa fazer vários cartões do mesmo modelo. É um cartão base perfeito para uma leve incrementada.

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Tipos de Papéis e suas características

Não se assustem com o tamanho desse post.  Eu bem que tentei dar uma enxugada no post, mas a culpa não é minha se existem dezenas de tipos de papéis. Rsss. Muitas vezes temos uma encomenda daquí, um novo projeto de lá, e não sabemos qual papel é o mais adequado para uma determinada situação… Pois bem, pensando nessas incógnitas papelísticas da vida eu resolvi  criar esse post,  que contém os tipos de  papéis e suas características. Espero que ajude… Ahhhh tentei  organizar alfabeticamente, acho que ajuda um pouco né?

CARTOLINA – A cartolina é um intermediário entre papel e o papelão. É fabricado diretamente na máquina, ou obtida pela colagem e prensagem de várias outras folhas. Conforme a grossura, diz-se cartolina ou papelão. Na prática diz-se cartão, se a folha pesar 180 gramas ou mais por metro quadrado; menos que isso, é papel. A distinção entre cartolina e papelão costuma-se fazer pela gramatura; é papelão quando supera o meio milímetro.

CARDSTOCK – Um papel espesso,  resistente e disponível em uma variedade de cores, texturas e gramaturas. Semelhante as cartolinas são comumente usadas no artesanato scrapbooking e na produção de cartões. Sua durabilidade permite o  lacrimejamento, colagem, tingimento e embelezamento adicional. Podem ser utilizados em prensas de papel, cortadores, embossers e em impressões. Muitos fabricantes de papéis cardstock oferecem o papel com PH neutro, ou seja, livre de ácido (acid free).  É importante conhecer os fabricantes e adquirir cardstock livre de ácido e de lignina, evitando-se assim, o deterioramento dos papéis, que pode danificar fotos e recordações ao longo do tempo.

COLOR COTE – Papel revestido com camada couchê de alto brilho “Cast Coated” em cores pastéis e intensas: azul, verde, rosa, amarelo, chamoi vermelho, preto, prata e ouro, verso branco fosco.

COLOR PLUS – Apresenta colorido na massa, boa lisura para impressão, sem dupla face, resistência das cores à luz, estabilidade dimensional, controle colorimétrico e continuidade das cores.

Aplicações: Trabalhos publicitários, papel para carta, envelopes,convites,cartões de visita, catálogos e folhetos.

COUCHÊ – É um tipo de papel resistente, no entanto pode amassar facilmente dependendo da gramatura. Graças a textura lisa e delicada, possui uma ótima qualidade de impressão. Uma característica do couchê brilho é que nas áreas que serão impressas (tinta de impressão) possuam um brilho acetinado em ambas faces. Já o couchê fosco possui menos brilho, maior tempo de secagem da tinta e é mais barato que o brilho. Sua gramatura é bastante abrangente, mas trabalha basicamente com 04 gramaturas: 90, 120, 150 e 250 gramas.

Aplicações: Cartão de visita, folders, flyers,panfletos em geral, tags, encartes, cartazes entre outros.

COUCHÊ MONOLÚCIDO – Papel com revestimento couchê brilhante em um lado, mas liso no verso para evitar impermeabilidade no contacto com a água ou umidade. Suas aplicações são em embalagens, papel fantasia, rótulos, out-doors, base para laminação e impressos em geral.

COUCHÊ MATTE – Papel com revestimento couchê fosco nos dois lados. As suas aplicações são em impressão de livros em geral, catálogos e livros de arte.

COUCHÊ TEXTURA – Papel com revestimento couchê brilhante nos dois lados, gofrado, panamá e skin (casca de ovo). Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos, encartes, sobrecapas e folhetos.

COUCHÊ COTE – Papel branco revestido com camada couchê de alto brilho “Cast Coated“, sendo o verso branco fosco.

DESENHO – É fabricado com celulose branqueada, bem colado, com elevada resistência a abrasão por borracha, geralmente de 100 a 280 g /m2, tendo um acabamento áspero característico provocado pela marcação dos feltro úmido.

DUPLEX – Mais conhecido como papelão. É um tipo de papel composto por 2 camadas de papel, sendo a primeira de branca, acetinada e lisa e a segunda camada com uma pasta não branqueada (por isso o papel fica com  aquela cor horrorosa). O verso do papel permite melhor qualidade e produtividade na hora da impressão. A gramatura do papel Duplex é 250 gramas e 300 gramas.

Aplicação: calendário de parede, sacolas,caixas e embalagens em geral.

DOBLECOTE – Papel branco, revestido com camada couchê de alto brilho “Cast Coated” em ambas as faces.

FLOR-POST – Também conhecido como segundas vias. É fabricado com celulose branqueada, geralmente com 30 g/ m2, branco ou nas cores características azul, verde, rosa, canário e ouro, acabamento alisado ou monolúcido, comercializado em maior escala em revenda, no formato 66 x 96 cm, para segundas vias de correspondência e talões de notas.

FILM COATING – Papel revestido e calandrado na máquina de papel, com excelente reprodução de cores e brilho, alta definição de imagens e superior qualidade de impressão. Esse papel é intermediário entre o papel offset e o couchê.

GRANADO – É o pergaminho ou cristal feito com materiais inferiores, perdendo as características de impermeabilização. Geralmente usa-se celulose sulfito não branqueada em sua fabricação e, em menor escala é fabricado nas cores azul, vermelho e verde. É comercializado da mesma forma, porém, para utilização em produtos inferiores.

GOFRACOTE – Papel branco revestido com camada couchê de alto brilho “Cast Coat” grafado nos moldes: linho fino e casca de ovo, sendo o verso branco fosco.

H. D. – Fabricado essencialmente com aparas e pasta mecânica, em algumas regiões do país com a inclusão de pasta de resíduos agrícolas. Monolúcido, nas cores características rosa, verde, amarelo, de 55 a 60 g/m², em bobinas de 25, 40 e 60 cm. de largura, com 22 cm de diâmetro e furo de 5 cm. Utilizado em maior escala para embrulhos em estabelecimentos comerciais, quando é comercializado pela revenda, também, na manufatura de serpentinas e confetes, quando as bobinas são de tamanhos variados e são também fabricadas em cores.

ILUSTRAÇÃO – Fabricado com celulose branqueada, com adição de elevada carga mineral, ao redor de 20% de cinzas, absorvente, super calandrado. Usado para impressão tipográfica, sobretudo quando existem clichês, para a confecção de revistas, livros, catálogos, folhetos e similares. É comercializado em formatos através da revenda, principalmente 66 x 96, 76 x 112 e 87 x 114 cm., de 75 a 120 g/m², e também diretamente pelas fábricas às gráficas e editores de livros e revistas.

IMPRENSA – Fabricado com celulose sulfito não branqueado ou sulfato semi-branqueado e 70% ou mais de pasta mecânica, sem cola, acabamento liso na máquina, com peso de 45 a 55 g/m². Marcado com linhas d’água, geralmente em bobinas, usado para jornais, revistas e similares.

JORNAL – Fabricado com celulose sulfito não branqueado ou sulfato semi-branqueado, com elevada percentagem de pasta mecânica e/ou amparas limpas, monolúcido ou alisado, usado principalmente em serviços de qualidade inferior para impressão tipográfica comercial de uso geral. Neste caso é comercializado pela revenda, de 40 g/m2 para cima, principalmente no formato padrão 66 x 96 cm. É muito vendido também em bobinas, monolúcido, diretamente pelas fábricas aos consumidores industriais, sobretudo para fabricação de papéis pintados para embrulho.

KRAFT – Nome genérico dado a uma série de papéis, fabricados com celulose não branqueada, geralmente na cor natural, parda característica, e nas suas variantes castanho, laranja e amarelo, ou ainda azul, monolúcido ou alisado, preponderantemente em bobinas, de 40 g/m2 para cima. É comercializado em maior escala pelas fábricas diretamente aos consumidores, principalmente fabricantes de sacos, mas também para ser betumado, gomado, impregnado, etc. pouco usado ainda em formatos para embrulho. Geralmente são designados por palavras que definem seu acabamento tais como: monolúcido, liso, com listas, ou cor, tal como o azul, muito empregado para embalagem de açúcar.

MACULATURA – Fabricado essencialmente com aparas de baixa qualidade, e em algumas regiões do país com a inclusão de pastas de resíduos agrícolas, monolúcido, com predominância da cor natural cinza. É oferecido em bobinas ou folhas, acima de 70 g/m2, e comercializado pela revenda ou diretamente pelas fábricas ao interior, para uso em embrulhos grosseiros.

MANILHA – Fabricado essencialmente com aparas e pasta mecânica, em algumas regiões do país com a inclusão de pasta de resíduos agrícolas. Monolúcido, nas cores características rosa, verde e amarelo, de 40 a 45 g/m2, comercializado no formato 60 x 90 cm., em fardos de 4.000 folhas dobradas. Comercializado através da revenda, ou no interior, diretamente aos consumidores, principalmente para embrulhos em lojas comerciais.

MIOLO – É o nome dado ao papel fabricado especificamente para confeccionar a onda do papelão ondulado. É fabricado com celulose geralmente semi-química de madeira ou de resíduos agrícolas, tais como bagaço de cana e palha de arroz, e/ou aparas, acabamento alisado, geralmente em bobinas, de 120 a 150 g/m2. É comercializado diretamente pelas fábricas aos fabricantes de papelão ondulado.

MONOLÚCIDO DE 1a. – Também chamado simplesmente de monolúcido. É fabricado com celulose química branqueada, com adição de carga mineral na ordem de 10 a 12%, bem colado, acabamento super  calandrado em uma das faces usado em flexografia, na confecção de rótulos, cartazes, capas, impressos, sacos e embalagens, neste último caso isolado ou laminado, colado e impregnado com ou em outros materiais, tais como plástico, celofane, alumínio, etc.

METALCOTE – Papel “Cast Cote” metalizado a vácuo nas cores: prata e ouro, sendo o verso branco fosco.

MICRO ONDULADO – Cartão especial que, em lugar de constituir folha plana, forma pequenos canais salientes e reentrantes. É usado na embalagem de mercadorias quebradiças  ou trabalhos diferenciados.

OFF-SET -É o Papel mais utilizado, e como possui bastante cola na sua composição, ele tem superfície uniforme. É um papel bastante branqueado (dos branqueados é o mais barato), encorpado e possui textura fosca e resiste o melhor possível a ação da umidade, o que é de extrema importância para a impressão pelo sistema Off-Set. Além a vantagem de baixo custo, possui alta qualidade, grande nitidez , cores vivas e intensas das áreas impressas. A gramatura este papel varia de 56 gramas a 240 gramas.

Aplicação: receituário, papel timbrado, miolo de livros, folhetos, miolos de revistas em geral.

OPALINE – Apresenta excelente rigidez (carteado), alvura, lisura, espessura uniforme. Sua aplicação é em cartões de visita, convites e diplomas.

PERGAMINHO – ou cristal (glassine) é o nome dado ao papel cuja característica principal é a transferência e impermeabilidade, produzidas por uma refinação excessiva, em celulose branqueada adequada, geralmente fabricada especificamente para este fim. De acabamento super calandrado, destina-se principalmente à embalagem de produtos oleosos, gordurosos ou açucarados. Comercializado em maior escala na revenda, nos pesos baixos a partir de 30 g/m2, no formato 50 x 70 e 70 x 100 cm. Alguns tipos são opacificados por cargas minerais, tornando-se de aspecto leitoso.

PAPEL AUTOCOPIATIVO – Papel apergaminhado ou Off Set revestido pôr processo químico de micro cápsulas e reagentes, que permitem gerar cópias sem a necessidade de utilização de papel carbono.

POLEN RÚSTICO – Papel com um toque rústico e artesanal. Off-Set /Policromia. É usado em papel para miolo, guarda livros e livros de arte.

POLEN BOLD – Papel com opacidade e espessura elevada. OFF-SET/Policromia. É usado em livros quando necessário papeis mais espessos, sem aumento do peso do livro.

POLEN SOFT – Papel com tonalidade natural, ideal para uma leitura mais prolongada e agradável. Suas aplicações são em livros instrumentais, ensaios e obras gerais.

PAPEL RECICLADO – Este papel é um tipo de papel reciclado. Ele possui essa aparência de papel reciclado, mas ele é na verdade um papel off-set 100% reciclado. Com sua qualidade, é um papel correto para fazer um diferencial ou algum detalhe diferente em seus trabalhos, por possuir textura única, e possuir essa tonalidade de reciclado. A gramatura de papel varia de 90 e 240 gramas.

Aplicação: cartão de visita, folder, Flyers, receituário, papel Timbrado, tags, pastas, cartazes entre outros.

SEDA – Fabricado com celulose branqueada, de acabamento alisado ou monolúcido, em maior escala para embalagens finas. É comercializado pela revenda em formatos de 66 x 90 e 50 x 70 cm. de 20 a 22 g/m2, e vendido diretamente a consumidores industriais em bobinas de 18 g/m2, sobretudo para confecção de guardanapos .

STRONG – Fabricado com celulose sulfito não branqueado ou sulfato semi-branqueada, com eventual inclusão de aparas tipo hollerith, monolúcido, em cor natural branco amarelada ou acinzentada, às vezes com tingimento azul ou verde em cores claras, geralmente nas gramaturas de 40 a 80 g/m2. É utilizado em maior escala na fabricação de sacos, e comercializado diretamente pelas fábricas aos consumidores industriais, em bobinas.

SUPER-BOND – Fabricado com celulose branqueada, com a adição de 10 a 15% de carga mineral, bem colado, alisado na máquina, nas cores características azul, verde, rosa, canário e ouro. É semelhante ao apergaminhado ou sulfite, porém em cores. Comercializado em maior escala na revenda, no formato 66 x 96 cm., principalmente nos pesos 16, 18, 20 e 30 g/m2 para uso em impressão tipográfica, e confecção de impressos em geral, segundas vias de talões, encartes, etc. Em bobinas de vários pesos, é comprado diretamente às fábricas pelos fabricantes de formulários contínuos. Um tipo característico bem destacado é o de cor azul, puxando para o violeta, usado em grande escala para envelopes de correspondência bancária.

SUPREMO – Possui bastante resistência e tem a superfície mais lisa do mercado, o que faz dele um papel muito procurado e com altíssima qualidade. Possui um semi brilho, e tanto a frente e quanto o verso do papel é branco. Aceita todos os recursos gráficos e geralmente é usado nesse papel um acabamento gráfico especial (verniz U.V ou verniz fosco), para dar mais brilho e durabilidade. A gramatura deste papel é de 250 gramas e de 300 gramas.

Aplicação: cartão de visita, Imã, folhinha, calendário bolso, calendário mesa, marcador de páginas entre outros.

TECIDO –Fabricado com celulose não branqueada e/ou pasta mecânica e aparas limpas, de acabamento super calandrado ou monolúcido, principalmente de 70 a 120 g/m2, nas cores bege, creme e azul, características. É comercializado pela revenda para embrulho, principalmente de tecidos, em formatos e bobinas e diretamente aos fabricantes de envelopes.

TRIPLEX – É o duplex de 1 a., onde o suporte ou contra-forro fabricado em duas ou mais camadas, tem a última de cor branca, constituída de celulose branqueada. Utilizado e comercializado da mesma maneira que o duplex de 1a.

TOP PRINT – Suas características são alvura, sedosidade, lisura, opacidade superior, fidelidade na reprodução de cromos, fotos e ilustrações, maior produtividade na impressão, menor carga de tinta utilizada para obter-se a mesma densidade de cor. Sua aplicação é em tablóides, malas direta, jornais de imprensas, house organs, impressos promocionais, livros didáticos, revistas técnicas, folhetos e manuais.

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